Águas Guariroba reforça orientação no combate a ataques de cães

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Em Campo Grande, uma atitude simples dos moradores pode fazer toda a diferença para garantir a segurança dos leituristas da Águas Guariroba. Esses profissionais, que atuam diariamente em visitas domiciliares para registrar o consumo de água, estão entre os mais expostos ao risco de ataques caninos durante o expediente.

Com o objetivo de reduzir essas ocorrências, a concessionária tem investido em treinamentos específicos e ações de prevenção por meio das áreas de Leitura e Segurança do Trabalho.

“Estamos focados em preparar nossas equipes para lidar com essas situações. Realizamos recentemente um treinamento em parceria com o canil do Batalhão de Choque da Polícia Militar, onde os leituristas aprenderam a identificar comportamentos de risco dos cães e a agir de forma segura. Também promovemos os Diálogos Diários de Segurança (DDS), oferecemos capacitação específica sobre ataques caninos e distribuímos a Cartilha do Bom Amigo”, detalha o engenheiro de segurança no trabalho, Lucas Gonçalves.

Apesar dos esforços, os números ainda preocupam. Só nos três primeiros meses de 2025, sete colaboradores foram vítimas de ataques de cães — mesmo número registrado ao longo de todo o ano anterior. As regiões do Imbirussu e Anhanduizinho concentram os casos, com cinco incidentes cada entre 2024 e 2025.

Para evitar novos episódios, a empresa reforça a importância da colaboração dos moradores. “Pedimos que a população mantenha o hidrômetro em local de fácil acesso e que esteja atento para garantir que os cães não ofereçam risco aos profissionais”, alerta Lucas.

A Águas Guariroba também orienta sobre atitudes que ajudam a preservar a integridade dos trabalhadores:

  • Use placas de aviso para indicar a presença de cães no imóvel;

  • Quando o hidrômetro estiver dentro do quintal, mantenha o animal fora da área no momento da leitura;

  • Em situações de risco, os colaboradores são orientados a não se expor e priorizar a própria segurança;

  • Em caso de acidente, a recomendação é prestar socorro imediato ao profissional.

Com ações conjuntas entre empresa e comunidade, o trabalho dos leituristas pode ser mais seguro — e a convivência, mais respeitosa.

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